Uma campanha de conscientização contra a AIDS

Foda-se AIDS!

Um cara chamado Diego Otero, diretor de arte da agência espanhola acHe, criou um conceito no mínimo ousado para embalagem e campanha de divulgação de camisinhas.

Contratado por organização que cuida de homossexuais soropositivos, Diego Otero inovou ao apresentar o conceito “Fuck You SIDA!“.

Pra quem não sabe, SIDA é o acrônimo para Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida, ou AIDS como conhecemos por aqui.

Um bronca conceito original para concientizar aqueles que insistem em manter relações sexuais sem o uso de preservativos.

Via: Trecool

Multishow Experimente: conheça as músicas que tocam no comercial

www.multishow.com.br/experimente

Já tem alguns dias que a Multishow vem exibindo uma série de vinhetas/comeciais do Experimente, um programa apresentado por Edgard Picoli e que busca apresentar bandas novas para os espectadores. A vinheta do Experimente mostra 20 segundos de músicas muito boas e em seguida faz o jabá para as pessoas acessarem o site multishow.com.br/experimente. Continuar lendo »

Paródia com a introdução da Pixar

Animação satirizando a famosa introdução da Pixar.

Sobre filmes independentes, alternativos e loucões

Um dos meus passatempos preferidos na internet é ficar assistindo vídeos artísticos, que trabalhem tendências, saca? Aqueles vídeos muito loucos que são bem produzidos.

Esse é o tipo de coisa que dificilmente vemos no Brasil. Ok, você pode me dizer que o cinema brasileiro é um dos melhores do mundo e eu direi: Foda-se!

Cinema brasileiro é excelente para mega-produções e cinema publicitário. Agora cinema independente é uma merda sem tamanho.

Não sei qual o parâmetro pra esse tipo de coisa, mas qual é o pré-requisito pra ser um curta-metragem independente por aqui? Ser um filme ruim? A questão é que o grande montante de curtas independentes são produzidos por pimbas universitários que se acham intelectuais e ainda se empolgam com o mercado que estão para enfrentar.

O que acontece na produção de curtas independentes é que a maioria dos filmes não visam a satisfação pessoal. Ponto este, que acima de tudo, deve ser o objetivo número 1 em qualquer trabalho desenvolvido por um profissional. É meio que uma questão de se mostrar pros outros, saca?

Quer confirmar isso? Assista qualquer festival regional de cinema.

A produção de curtas é baseada numa tentativa de parecer “loucão-intelectual”. A fórmula se resume a confundir o espectador na hora de passar uma mensagem (se é que ela existe). No fim das contas, a mensagem principal não é passada e os espectadores resumem sua opinião a “filme muito louco”. Isso, pra mim, não é sinônimo de um filme bom.

Pra produzir um bom filme, não basta vontade e estrutura. É preciso ter uma boa dose de conhecimento antes de qualquer dose de referência. Grande parte dos filmes independentes são estufados de referências e carentes de conceito.

Se bem que qualidade, hoje em dia, é um item raro.

Mas se for para fazer um filme onde o conceito é difícil de captar, faça ao menos uma boa edição e saiba captar as cenas. Filme com conceito ralo e sem apelo visual não dá. Se você vir um curta em que não entendeu lhufas, não tenha vergonha de falar.

Por exemplo: No filme Between, que está no início do post, eu não entendi nada. Mas achei tudo muito bonito.

Site oficial do filme.

Tetris com prédios de Berlim

Berlim Block Tetris é uma animação feita por Sergej Hein, um motin artist europeu.

É uma paródia com os antigos prédios contruídos em Berlim na época do socialismo. Eram cubículos todos idênticos, uma forma de baratear o custo das moradias.

De qualquer forma, é um vídeo legal. E o site do Sergej Hein tem uma renca de conteúdo bacana.

Rainha Elizabeth jogando Wii

Rainha da Inglaterra jogando Wii

Encontrei essa imagem no site da Fahrenheit 212, uma agência gringa que pareceu ser bem interessante, a proposta principal deles é fornecer uma consultoria em inovação, leia-se idéias do caralho.

Tem mais uma série de ilustrações na galeria do Fahrenheit 212.

Otaku Magazine vol. 6: o Fim do Mundo

Otaku Magazine

O volume 6 da Otaku Magazine saiu divagando sobre o fim do mundo e como seria o planeta pós-apocalíptico. Fiquei estonteado com a qualidade das ilustrações, saca só o vídeo. Continuar lendo »

Aprenda algo novo todos os dias

O site “Learn something every day” se compromete a apresentar informações novas todos os dias com ilustrações bem legais.

Aprenda algo novo Caracóis podem dormir por até 3 anos.

É cultura inútil, mas é legal. :-) Continuar lendo »

Como acabar com um relacionamento pelo MSN

Guilherme Nagüeva diz:
Preciso postar algo e não consigo pensar em nada.

Sra Nagüeva diz:
Estou olhando motéis. Abs

Guilherme Nagüeva diz:
Escolhe um aí, só veja um quarto que tenha wi-fi.

Sra Nagüeva diz:
Meu Deus, pra que você quer um quarto com wi-fi?

Guilherme Nagüeva diz:
Pra twittar, oras.

Sra Nagüeva diz:
Considere-se solteiro. Tchau.

Sra Nagüeva is offline.

Guilherme Nagüeva diz:
Ok, já tenho o post. Obrigado.

Your message is not delivered.

Guilherme Nagüeva diz:
fuuu

Em tempo: a Sra. Nagüeva é uma mulher gostosa.

O Terrível Homem Mau

Por volta da década de 30/40, existiu um bandido terrivelmente mau no interior do Paraná.

Tal bandido desconhecia o sinônimo da palavra respeito e não hesitava em matar uma pessoa, independente de ser mulher, criança ou velhote. Ao aproximar-se de uma cidade, todos eram alertados para se esconder.

Sua má indole o tornou conhecido apenas como o terrível Homem Mau.

Homem Mau sempre tomava uísque e obrigava que todos tomassem junto. Homem Mau era mau, mau mesmo.

Homem Mau roubava as mulheres alheias e exterminava bandidos nos povoados, nem mesmo Billy Gancho sobreviveu ao Homem Mau.

Só uma pessoa foi capaz de parar o Homem Mau: delegado Justiça, um dos poucos a atirar primeiro e julgar depois.

No fim das contas. Homem Mal morreu bem tarde e não fez falta pra ninguém.

No áudio abaixo existe um registro da existência do Homem Mau.

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