Mudanças na linha editorial

Vem aí uma nova fase! Vem aí uma nova fase!

O primeiro post desse blog é do dia 25/07/2007. De lá pra cá muitas coisas mudaram, inclusive meu nome. haha

A história dessa porra? Confere aí.

O começo de tudo

O objetivo inicial era ter um lugar onde pudesse escrever sobre desenvolvimento web. Naquela época eu achava que podia mudar o mundo com a web semântica, tinha recém largado um emprego como funcionário público por achar que teria um futuro melhor no xiitismo com XHTML e CSS.

HTML! Eu pensava nisso o dia inteiro.

Eu não estava errado, o xiitismo me levou até a Mediatrix onde, pela primeira vez, tive que lidar com organização e arquitetura de arquivos dentro de um projeto. Ainda nessa época, comecei a desenvolver os primeiros temas de WordPress, inclusive o tema atual deste blog.

Com a experiência que tinha, montei um plano de negócios e abri uma empresa.

Ainda com o plano de negócios no papel, participei do primeiro BlogCamp/PR. Confesso que não esperava algo descentralizado e fui embora decepcionado(erroneamente) com o evento. Mas saí de lá mantendo contato via Twitter com pessoas como Neyl Walecki, Nando Kanarski, Aguinelo Pedroso, DJ Raphael Mendes e Canha.

Curitiblogs e um dia épico

Das conversas via Twitter, surgiu o primeiro encontro de blogueiros de Curitiba (ou #ebc como preferirem) que acabou se tornando um encontro semanal. Dos #ebc’s fundamos o Curitiblogs, que posteriormente agregou mais pessoas de valor como Claudia Regina, Romulo De Lazzari e Bruno Mendonça.

Dance monkeys, dance! Olha a galera do Curitiblogs aí.

Ainda num dos primeiros encontros, tivemos a participação de algumas estrelinhas da blogosfera. Essa primeira participação terminou numa mesa de bar composta por Mr. Hypescience, Rafael Slonik, Anderssauro, DJ Raphael, Romulo De Lazzari e eu.

Foi a partir desse dia que passei a encarar blogs como algo diferente. Foi partir desse dia que passei a estudar a fundo técnicas de monetização (Bingo!) e enfiar cada vez mais a cara no WordPress.

E o mais importante: foi nesse dia que fiquei amigo do DJ Raphael. Prometi a ele que migraria o Bobagento do blogspot para o WordPress. De graça.

Case Bobagento

O Bobagento é, sem dúvida, o maior case que tenho. Assim que refiz o site, em 3 meses conseguimos triplicar os acessos. Era a confirmação que eu queria: eu sabia fazer SEO.

É um case tão bacana que um dia ainda escrevo mais detalhes sobre ele. Hoje o aumento na visitação é mais de 1000% se comparado àquela época.

Você acha que o DJ é feliz à toa?

O fim do sonho

Justamente por ver resultados no Bobagento e não conseguir aplicar técnicas semelhantes na minha empresa (por conta de limitações impostas pelo meu ex-sócio), eu pedi pra sair. A empresa acabou. Não me preocupei, eu tinha experiência pra conseguir um emprego num piscar de olhos.

Salto na carreira

Foi nessa época que criei o primeiro site com objetivo de ganhar dinheiro. Atingi 5 mil visitas/dia em 2 semanas e recebi os primeiros trocados do Google Adsense.

A primeira ordem de pagamento a gente nunca esquece. A primeira ordem de pagamento a gente nunca esquece.

De qualquer forma, a grana que vinha do Adsense não estava sendo suficiente e fui obrigado a procurar um emprego. Através do Twitter consegui a entrevista e por conta deste blog consegui ser contratado. Vim trabalhar na Midiaweb, uma das maiores agências de internet de Curitiba.

Entrei na Midiaweb achando que não teria mais o que aprender, queria apenas garantir a comida em casa enquanto o $ite não trazia mais lucros. O $ite acabou sendo banido do Google e enfiei as caras no trampo na Midiaweb.

Mais do que XHTML e CSS

Na Midiaweb passei a estudar ainda mais SEO e Social Media. Descobri que entendia mais do assunto do que imaginava. Por alguns meses cheguei a esquecer dessa história de voltar com sites que dessem dinheiro.

Olha eu empolgado trabalhando na Midiaweb. Olha eu empolgado, trabalhando na Midiaweb.

Através da Midiaweb viajei para a segunda edição da CampusParty e, após aturar os caras por uma semana, fiquei ainda mais amigo do Maurivan e Slonik.

BROTHERS RAPAIZ!!!!!11

Através do Slonik, passei a dar algumas aulas de sinuca para o Anderssauro e ensinar técnicas de abordagem instantânea para o Romulo De Lazzari. Com a convivência com esses caras, passei a estudar vários nichos pra trabalhar com internet.

Anote esses nomes: Slonik, Maurivan, Bobagento, Romulo e Sauro. Meia hora de conversa com esses caras equivale há anos de estudo de problogoragem em Harvard.

É tanta informação que discuto com esse pessoal que eles me fizeram deixar de ser pimba e voltar a blogar. Blogar não, produzir conteúdo. É mais legal.

Enfim, onde eu quero chegar?

Tudo isso foi só pra dizer que a partir de agora não vou tratar só de desenvolvimento web. Foi pra dizer que daqui em diante vou escrever sobre assuntos diversos. Relaxa, não vou postar hypes (tipo Maira no BBB, sacoé? Não gosto disso).

Direta ou indiretamente vou sempre estar falando de internet. Só se prepare pra ver uma opinião com menos código, menos técnicas, mais estratégia e mais pessoas.

Susse? Texto gigante, mas eu precisava escrever isso. =D

Estratégias de SEO para leigos

Dias atrás, à convite da Adri Amaral (autora do livro Blogs.com – Estudos sobre blogs e comunicação) fui dar uma palestra de SEO para os alunos de jornalismo da Tuiuti.

O objetivo era falar sobre estratégias de SEO sem abordar detalhes técnicos. Ou seja, nada de meta tags, nada de URL amigável, nada de link building.  Just write! =)

Abaixo você confere um resumo do que foi dito por lá.

What the hell is SEO?

SEO é um acrônimo de Search Engine Optimization. Em bom português, Otimização para mecanismos de busca.

De acordo com a Wikipedia:

Conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nos resultados dos sites de busca.

Resultados de Busca Em outras palavras, é o conjunto de técnicas que deixam seu site lá no topo.

O Aspecto Técnico

HTML! Código HTML! É disso que eu estou falando.

As principais técnicas de SEO dizem respeito à otimização e inclusão tags específicas no código HTML das páginas. Essa otimização trata o conteúdo como uma meta-informação que será lida apenas pelos buscadores.

Isso não é sinônimo de que o conteúdo está sendo apresentado de maneira agradável. Essa otimização será ineficiente se o conteúdo não for escrito de maneira adequada.

Em geral, a maioria dos profissionais de SEO tendem a aplicar os conceitos técnicos (permalinks, keywords, titles, descriptions) achando que isso é mais que suficiente. É um erro grave, pois existe algo que complementa o aspecto técnico de SEO.

O Aspecto Estratégico

Estratégia E agora? Você vai aliar o aspecto técnico com o quê?

Estratégia, é aqui que começa o trabalho de SEO. O aspecto técnico deveria ser item de série ao invés de ser apresentado como adicional.

E quando eu falo de estratégia, eu estou falando de basicamente três coisas:

  • Informação relevante
  • Conteúdo amigável
  • Trends

Informação relevante

Exemplo: Como parar de fumar Será que as pessoas procuram por este assunto?

Escreva o que os usuários procuram. Mantenha o texto coerente com o assunto da página e do site em questão.

Conteúdo amigável

Exemplo: Como aumentar as visitas de um site Repare nas palavras que são destacadas em negrito.

Saiba escrever seu conteúdo. Otimize os títulos e destaque as principais palavras-chave no seu texto.

Trends

Exemplo: Insights for Search Os termos mais buscados nunca são fixos. Eles variam conforme o que é discutido mundo afora.

Procure escrever sobre assuntos que estejam em alta na mídia. Entretanto, procure não fugir do tema principal abordado no seu site, tente conciliar temas com alto índice de busca com o seu conteúdo.

Uma boa dica é usar o Google Insights For Search pra saber quais os assuntos mais procurados em determinado período ou região.

Resumindo…

  • Otimize títulos.
  • Abuse de subtítulos.
  • Destaque os principais termos no conteúdo.
  • Escreva pros usuários do site, mas não esqueça que um deles é um mecanismo de busca.
  • Tenha um CMS de qualidade que te abstenha de ajustes técnicos.
  • Mensure os resultados, a prática leva à perfeição. =]

Apresentação de SEO

Apresentação SEO

Daí galerinha do mal, pra você que esta aí acompanhando o SEOCamp 2009 segue o material da minha apresentação.

Basicamente falei que otimização técnica não é nada se seu site não tiver um conteúdo bem escrito.

Lembre-se que não adianta nada você ter um carro bonito e tunado se você não coloca combustível.

Escreva conteúdo de qualidade e seja feliz.

Protected: O Dossiê Pimba

This post is password protected. To view it please enter your password below:


WordPress Vs. Blogger (vantagens e desvantagens)

Existem xiitas pessoas que defendem arduamente o WordPress como a melhor plataforma pra gerenciamento de blogs. Outros discutem o porquê de usar o WordPress, sendo que o Blogger (ou BlogSpot, como preferirem) é gratuito.

imagem crianças discutindo Sai fora meu! WordPress é muito melhor!

A minha opnião é que existem casos e casos. Antes de tudo, duas coisas:

1. WordPress.com é diferente do WordPress.org

O WordPress.com é concorrente direto do Blogger. Você acessa o serviço, se cadastra e cria seu blog em minutos. Já no .org você tem acesso ao sistema utilizado no .com sob uma licença GNU/GPL, isso significa que lá você pode baixar o sistema, instalar e modificar o que quiser, mas você é o responsável pelo manutenção do sistema.

2. WordPress não é gratuito

No WordPress.com você cria seu cadastro gratuitamente mas, por exemplo, se você quiser editar o código HTML (e você vai precisar fazer isso se quiser incluir anúncios e/ou imagens em locais específicos) é necessário comprar créditos no site. Já no WordPress.org você consegue efetuar essas alterações sem custo algum. Mas, ao menos que você tenha uma parceria ou patrocínio, você terá que arcar com os custos de hospedagem e registro de domínio para manter o sistema funcionando.

Então, daqui pra frente, leia WordPress como sinônimo de WordPress.org.

Dito isso, vamos ao que interessa:

Quem é melhor? WordPress ou Blogspot?

imagem lutadores boxe Dueeeelo de titãs!

Quem é acostumado com o WordPress e sua facilidade para efetuar alterações estranha a carência de funcionalidades no Blogger. Mas o inverso também ocorre, usuários acostumados com a simplicidade do Blogger estranham a robustez do WordPress.

A verdade é que discussões sobre qual sistema é melhor parece briga de criança sobre qual pai é melhor.

imagem crianças brigando Argh! Meu pai que é melhor!

Ouça os dois lados

O mais importante é saber qual é o objetivo principal. Em geral, nerds entusiastas de programação e desenvolvimento web não vêem problema em modificar um sistema. Mas o usuário comum não gosta de mexer com código, ele quer apenas escrever e ponto final. Nesse ponto o Blogger é imbatível.

Por que se preocupar com instalação, manutenção e atualização de plugins se eu quero só escrever? Parece irreal, mas muitos não se preocupam com a aparência e muito menos com o código HTML do seu blog.

imagem mão digitando Me deixa escrever. Só isso.

O fato é que dizer qual sistema é melhor vai depender muito do foco de cada escritor. Pra quem encara o blog como hobby, o Blogger é mais do que suficiente. Agora se é coisa é feita com um pouco mais de profissionalismo e existe uma preocupação com SEO, monetização e web analytics com certeza o WordPress é a melhor opção.

Isso não significa que o Blogger não pode ser usado profissionalmente, mas é que no WordPress as coisas são feitas com muito mais facilidade. Você pode definir parâmetros exclusivos pra cada post, criar páginas fixas, contar com uma documentação online completíssima e uma biblioteca com mais de 3mil plugins.

Então defina seus objetivos, faça sua escolha e seja feliz. :-)

Pra saber mais

Sobre blogs, blogueiros, blogosfera e discussões inúteis

Há 3 anos eu tinha uma opnião sobre blogs. Como desenvolvedor web, passei a criar templates pra eles e a opnião mudou. Um ano depois criei meu primeiro weblog e aí a coisa desandou, descobri um mundo inteiro blogosfera por trás de um único conceito: blogs.

Não gosto de discutir sobre a forma como os blogs são vistos, sobre o preconceito com blogueiros (se é que isso existe) ou sobre monetização. No fim das contas, assim como qualquer projeto web, somente uma pergunta é válida: O objetivo inicial foi atingido? Simples assim. A única coisa que realmente importa é saber se o blog atingiu os objetivos traçados pelo autor durante sua concepção. Não espere ganhar alguma coisa se você criou um blog apenas por criar.

Imagem(Tiro ao alvo) E aí, vai chegar onde você quer?

Sabe, não faz muito sentido discutir qual blog tem mais acessos, qual ganha mais dinheiro, qual tem mais assinantes de feeds, quem publica conteúdo original, etc. Não tenho medo em dizer que mais de 80% das discussões sobre blogs que rolam na internet são egocêntricas.

Olha o umbigão aí. (créditos)

Um pequeno exemplo…

Vamos lá. Carlos (nome fictício) criou um blog em 2003. Durante 3 anos ele atualizou o blog religiosamente todos os dias. Em suma, o negócio dele – se é que podemos chamar assim – é repassar conteúdo. Dificilmente Carlos cria alguma coisa, ele apenas posta imagens, textos e vídeos que encontra por aí. O blog do Carlos tem mais de 3 anos e possui uma média de 500 acessos/dia.

Um dia, através da internet, Carlos conhece Rafael.

Rafael tem um blog com 20mil acessos/dia. Ele não trabalha, ele vive do blog. Ele ganha, com o blog, uma média de 5mil reais por mês. Detalhe: O blog do Rafael tem apenas 1 ano de vida. E o conteúdo do blog é non-sense.

Já sei! Se eu ganhar dinheiro com meu blog não vou precisar trabalhar!

E aí o ser humano é incrível. Carlos acha que, se Rafael ganha dinheiro com blogs, ele também pode ganhar. Carlos acha que, se Rafael tem 20mil acessos/dia, ele também pode ter. Carlos tenta, não consegue retorno imediato e aí reclama.

Pronto, aí começa toda aquela discussão inútil na “blogosfera”. Essa discussão inclui temas como panelinha de blogs, plágio, monetização e troca de links. A maioria das opniões não agregam valor à discussão e são feitas por blogueiros ditos “menores”. Se você reparar, os verdadeiros blogueiros sequer participam de tais discussões (em grande parte, estes são os que atingiram seus objetivos com o blog).

Óbvio que, no meio dessa discussão, existem opniões de qualidade e reclamações qualificadas, mas são uma parcela ínfima de todo o montante. Infelizmente.

Tá, mas e aí? Qual é o segredo?

Simples, o que Carlos ainda não aprendeu é que, diferente dele, o negócio do Rafael não é apenas repassar conteúdo. O negócio do Rafael é ser encontrado por mecanismos de busca, fidelizar leitores, gerar discussões e, só depois, ganhar dinheiro com isso.

Carlos esquece não sabe que é preciso um plano de ação para atingir seu objetivo. Carlos esquece não sabe que o objetivo final nem sempre é a monetização.

Onde Carlos vê apenas seu próprio blog, Rafael enxerga leitores.

Como instalar o WordPress MU na Dreamhost

No post anterior eu falei sobre algumas características do WordPress MU e algumas pessoas me perguntaram como instalar o WordPress MU com suporte a subdomínios na Dreamhost.

Acabei fazendo este pequeno passo-a-passo.

Antes de instalar…

Por mais que o WordPress MU seja fácil de usar, tenha em mente que ele não foi feito pra iniciantes. Antes de instalar pense no seguinte:

  • Você tem mais do que 5 blogs com administradores diferentes?
  • Você tem conhecimentos de PHP, MySQL e sabe interpretar logs de erro?
  • Você vai ter tempo pra dar suporte aos vários blogs que estarão sob sua responsabilidade?

Se você respondeu não para alguma dessas perguntas é porque ainda não é hora de instalar o WordPress MU.

Também tenha em mente que se os blogs tiverem muitos acessos você vai precisar de um servidor dedicado. Pense em “muitos acessos” como mais de 10mil visitas/dia.

Agora se você confia no seu taco e acha que não vai ter problemas, se prepare para instalar!

Continuar lendo »

WordPress MU, gerenciando vários blogs ao mesmo tempo.

Acredito que, para os leitores deste blog, o WordPress dispensa apresentações.

Na minha opnião é o melhor CMS que existe para gerenciar um blog. Com a infinidade de plugins disponíveis, a ferramenta é útil até no gerenciamento de pequenos sites. Não é segredo, inclusive para alguns clientes, que utilizo o CMS para gerenciar vários projetos.

Agora por mais que haja diversos plugins que facilitem, eu nunca gostei de instalar(ou remover) plugins e atualizações individualmente. Com o perdão da palavra, sempre achei um saco subir um plugin várias vezes por FTP para instalá-lo manualmente em cada blog. Foi aí que encontrei uma forma de gerenciar todos os blogs com mais eficiência: o WordPress MU.

E o que é o WordPress MU?

Wordpress MU É o cara que agilizou minha vida.

O WordPress MU, ou multi-usuário, como o nome diz é uma versão do WordPress com suporte a vários usuários. Você consegue gerenciar diversos blogs em uma única instalação do WordPress.

Quer dizer que instalo o WordPress MU e crio quantos blogs quiser?

Sim, exatamente. E ao invés de instalar uma nova versão do WordPress pra cada blog, você só tem o trabalho de apertar o botão “Criar um novo blog”.

Onde o WordPress MU pode ser útil?

Se você gerencia mais de 5 blogs, quer montar sua própria rede de blogs ou tem vários blogs dentro de um outro site, é a solução ideal.

E o que eu ganho com isso?

Eficiência, um exemplo são os plugins. Você atualiza o plugin uma vez e todos os demais blogs atualizam automaticamente.

O WordPress MU é perfeito?

Ainda não, mas ele está no caminho certo. Existem algumas funcõe que poderiam ser implementadas, como por exemplo a edição de temas. Os usuários não podem editar ou instalar seu próprio tema, somente os temas fornecidos pelo administrador podem ser utilizados.

Os blogs podem ter mais de um autor?

Sim, o sistema permite inúmeros blogs com inúmeros usuários. Os usuários são classificados em editores, colaboradores e administradores. Não existe limitação, a não ser que seu servidor não dê conta do recado.

Os blogs podem ser alocados em subdominios?

Sim, ao instalar o sistema você escolhe qual o modelo de urls que o WordPress MU irá utilizar. Existem duas opções disponíveis: subdomínios(ex. http://seublog.seu-mu.com) ou seguido modelo de pastas no servidor(ex. http://seu-mu.com/seublog/). Em alguns servidores é comum a opção de subdomínios não funcionar, nesse caso nada que uma conversa com o suporte não resolva.

Acabou? É só isso?

Para você conhecer melhor o sistema, só instalando e fuçando. Uma coisa eu digo, ele agiliza(e muito) a produtividade. É uma ótima alternativa pra quem quer gerenciar vários sites sob um único sistema. E o melhor de tudo, assim como o WordPress, ele é gratuito.

Se interessou? Então baixe o WordPress MU.

As 7 regras do JavaScript não obstrutivo – Parte 3

Caso não lembrem, já tivemos uma pequena introdução, parte 1 e parte 2 dessa série.

Se você não souber o que é JavaScript não obstrutivo, recomendo a leitura desse artigo antes de qualquer coisa. Caso contrário, vamos ao que interessa…

Deixe o percurso via DOM para os especialistas (CSS, o caminho mais rápido)

É interessante observar que percorrer o DOM com seus métodos e propriedades (como getElementByTagName, nextSibling, previousSibling, parentNode e seus derivados) parece confuso para muitas pessoas. E é mais interessante ainda observar como nós já fazemos isso com uma tecnologia diferente: CSS.

- Muito prazer, eu sou o CSS e estou aqui pra ajudar.

CSS é uma tecnologia que atribui um seletor, movimenta o DOM para acessar o elemento desejado e altera seus atributos visuais. Um código JavaScript pouco complexo pode ser substituído por um único seletor CSS:

var n = document.getElementById('nav');
if(n){
var as = n.getElementsByTagName('a');
if(as.length > 0){
for(var i=0;as[i];i++){
as[i].style.color = '#369';
as[i].style.textDecoration = 'none';
}
}
}

O código acima é a mesma coisa que

#nav a{
color:#369;
text-decoration:none;
}

Esta é uma maneira muito eficiente. Você ainda pode atribuir classes dinamicamente para elementos superiores na hierarquia HTML ou alterar Ids. Se você simplesmente adicionar uma classe para a tag body da sua página usando o DOM, você pode facilmente oferecer uma oportunidade para um designer definir versões estáticas e dinâmicas para um único documento:

JavaScript:

var dynamicClass = 'js';
var b = document.body;
b.className = b.className ? b.className + ' js' : 'js';

CSS:

/* versão estática */
#nav {
....
}
/* versão dinâmica */
body.js #nav {
....
}

Repare que ao invés de efetuar todas as mudanças através do JavaScript, nós o utilizamos apenas para adicionar uma classe. Sempre que possível, deixe as alterações visuais por conta do CSS.

Continua… (mas não me perguntem quando, assinem o feed)

É correto abrir links em novas janelas?

Não, não é correto. À primeira vista, é comum acharmos que  a decisão de abrir links em novas janelas depende do site e do seu público. É normal imaginar que visitantes habituados a clicar em vários links estão mais acostumados a abri-los em novas janelas e visitantes que clicam menos são mais propensos a abrir links em uma nova janela para poder permanecer no site e navegar por ele depois. No entanto, isso não é verdade.

E aí? Na minha janela ou na sua? E aí? Na minha janela ou na sua?

Os usuários não gostam de lidar com dezenas de abas abertas involuntariamente e alguns visitantes tendem a se irritar rapidamente ao verem o botão “Voltar” desabilitado. Além disso, alguns visitantes podem não perceber que uma nova janela foi aberta e igualmente se frustarem com o botão “Voltar” desabilitado. Isso vai contra os bons princípios de usabilidade e experiência do usuário e nós, web designers, temos obrigação de defender tais princípios.

Continuar lendo »